segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Graphic Sexual Horror (2009)


Sinopse : Graphic Sexual Horror é um filme independente lançado em 2009, escrito e dirigido por Anna Lorentzon e Barbara Bell. o filme é um documentário sobre o insex, que foi um dos maiores site pornograficos BDSM da Internet. 

É praticamente impossível falar sobre este filme sem antes escrever sobre o grandioso Website que deu origem a tudo. grandioso no sentido de poder, não pelo fato dele ser "maravilhoso" ou algo do gênero. o insex.com foi criado em 1997 por Brent Scott, um ex-professor da Universidade Carnegie Mellon.  Brent Scott (mais conhecido como "PD") é um verdadeiro fetichista quando o assunto é a pratica de Bondage,  BDSM e todas as formas de submissão do sexo feminino ao extremo. o insex.com também era um líder inovador na exibição de "pornografia" ao vivo (antes mesmo da Internet banda larga) e nas prática de BDSM pela internet. 

Cerca de 35.000 membros pagavam por mês para terem acesso a todo o conteúdo do insex, eles podiam ver as imagens e vídeos das modelos sofrendo "abusos" nas mãos de PD e de toda a produção. para quem era membro pagante,  também era possível assistir em tempo real as performance das modelos em BDSM, onde os membros poderiam sugerir através de um bate-papo IRC (Internet Relay Chat) o que eles gostaria que fizessem com a submissa. é importante mencionar que tudo o que estamos vendo é real. as garotas sofrem todo o tipo de perversão sexual, elas são amarradas, submersas em tanques de água, jogo de agulhas, exame íntimo, asfixia erótica, humilhação, estimulação elétrica e diversas outras coisas bizarras. 


A maioria das modelos eram mulheres locais que responderam a um anúncio anônimo em um jornal, mas participar do insex não era tão simples assim. primeiro a modelo teria que participar de um "video test", muitas vezes elas não suportavam a experiência e desistiam logo no primeiro dia. as modelos contratadas normalmente não usavam nomes artísticos comuns, mas para elas foram dados números ("101", "912"), embora alguns modelos foram referidos por nomes incomuns verbais ("Spacegirl", "Az"). Os nomes numéricos foram geralmente baseado na data em que a modelo fez sua gravação do vídeo de primeiro teste, "101" sendo 1 de Outubro, "912", referindo a setembro de 12. 

Algumas mulheres afirmavam que não estavam interessados ​​em BDSM sexualmente, mas viu isso como um desafio físico e mental que lhes permitiu testar suas habilidades. entre as modelos mais populares que trabalhavam para o insex estão Sarah Jane Ceylon ("625"), Lorelei Lee ("Lorelei"), Adrianna Nicole ("Seven"), Liz Tyler ("Cowgirl"), Gina Rae Michaels ("1020") Sharon Engert ("1016"), Tyler Scot e Wenona.

Em agosto de 2005,  o FBI decide censurar o site devido o grau de obscenidade existente no insex. Todo o conteúdo do site (mais de 500 filmes) foi colocada à venda por US $ 4 milhões e teria sido comprado por uma quantia não revelada por uma empresa holandesa. alguns títulos insex estão disponíveis gratuitamente em diversos site pornográficos para exibição on-line em forma de vídeo. 


Este documentário não tem legendas. eu normalmente digo que isso não faz nenhuma falta, mas no caso de Graphic Sexual Horror faz uma falta e tanto! no documentário , somos apresentado ao fundador do site PD e a todos os envolvidos neste projeto. assistimos uma série de depoimentos das modelos enquanto são mostrado algumas cenas de filmes e performance on-line. durante todo o longa, é contado como surgiu o Website insex, o que influenciou PD, uma entrevista com o ferreiro KGB responsável pela construção dos instrumentos de tortura e muito mais. uma das cenas que mais me chamou a atenção,  foi uma parte em que uma das garotas está gritando de dor por causa de um molho de pimenta que foi colocado dentro de sua vagina (para você ver o quanto extremo era esse trabalho). uma coisa bastante curiosa sobre o insex, é que as modelos tinham que pedir permissão antes de terem um orgasmo durante uma cena. eu sinceramente não acho isso nada excitante,  mas para quem curte esse tipo de coisa Graphic Sexual Horror é uma obra prima sem igual.  

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