quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Divided Into Zero (1999)


Entre os anos de 1994 a 1999, o diretor Karim Hussain em parceria com o produtor Mitch Davis, criaram com muita dificuldade um filme extremo de terror chamado Subconscious Cruelty. Este filme Underground se tornou bastante popular devido as polêmicas que o cercavam na época, sendo visto com frequências até os dias de hoje em varias "listas de Filmes Perturbadores" dos mais diversos sites. Mas, hoje eu não estou aqui para falar deste filme doente, mas sim de um curta-metragem que foi introduzido como Extra no segundo disco do DVD Subconscious Cruelty. 


Escrito e dirigido por Mitch Davis, o curta-metragem "Divided Into Zero" teve como diretor de fotografia Karim Hussain (Subconscious Cruelty), sendo produzido pela infliction Films. O curta conta de maneira não linear, a historia de um homem que vive em completo isolado após a morte de seus pais. São apresentados três estágios da vida deste homem, através de pequenos segmentos em ordens não cronológicas; Uma infância difícil, onde adquiriu o costume de mutilar seu próprio corpo fazendo cortes com "Gilete", a fase adulta como assassino e a sua velhice praticando atos de tortura e pedófila. 


O Curta de Mitch Davis, quase não contém nenhum diálogo entre seus 34 minutos de duração, mas, tenta nos explicar a terrível trajetória de um homem que comete todos os seus crimes devido a sua falta de compaixão, pois assim como qualquer outro psicopata, ele prática o mal apenas por fazer e nada mais. A fotografia do filme ficou a cargo do diretor Karim Hussain, é comum algumas pessoas perceberem certa semelhança em algumas cenas deste curta em relação ao seu filme. Por exemplo, existe uma cena em "Divided Into Zero" onde três pessoas foram torturadas e deixadas para morrer sangrando no local, já em outro segmento, uma prostituta está mijando no rosto do protagonista desta história. Essas duas cenas foram filmadas com o mesmo tom sombrio usado em Subconscious Cruelty, com ausência de muita luz e cores que dão um toque surrealista. 


É certo dizer que as cenas de pedófila não são explícita, mas apenas sugestivas. você não vai encontrar uma cena absurda de um bebê recém-nascido sendo estuprado como em  Slow Torture Puke Chamber, mas, o filme vai dando algumas dicas sobre as perversões sexuais que ele praticava com crianças no decorrer de sua vida. Embora a pedofilia existente no curta seja abordada com poucos detalhes visuais (para não dizer nenhum), ainda sim tem o poder de chocar e de nos deixar revoltados. O produtor Mitch Davis fez pouco uso de diálogos e música de fundo em seu curta, o que nos permite absorver melhor o que estar acontecendo em cena.


Finalizado, Divided Into Zero é um curta-metragem perturbador, embora ele não utilize cenas nojentas com as quais estamos acostumados, mas, para aqueles que apreciaram o filme Subconscious Cruelty, é indispensável deixar de conferir essa surreal experiência do diretor Mitch Davis em parceria com Karim Hussain. 

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Women's Flesh: My Red Guts (a.k.a. Hungry Mouth) - 1999


Este é o segundo filme do diretor Tamakichi "Anal" Anaru. Embora nenhum de seus filmes tenha uma ligação significativa entre si, todos eles fazem parte de uma série de filmes Jap-Gore apelidada de "Psycho: The Snuff Reels", iniciada em 1998. As produções de Tamakichi Anaru se caracterizam pela violência extrema, auto-mutilação, desmembramento, sadismo e várias outros métodos de assassinatos ou suicídios envolvendo mulheres. A sua trajetória começou com Tumbling Doll of Flesh (mais conhecido pelo seu nome original Niku Daruma), o que rendeu para Tamakichi um lugar eterno no Hall of Fame do cinema Extremo.


Em "Women's Flesh", uma garota decide cometer suicídio após o fim de seu relacionamento (esse momento é mostrado durante o filme, através de alguns flashback). Ela vai até o banheiro, prende o seu cabelo e pega uma escova de dentes. em seguida, a garota fica mordendo o cabo da escova, chupando e lambendo (não necessariamente nesta ordem). Depois de se "deliciar" com a escova dental, a nossa protagonista se sentar, puxa a sua calcinha de lado e penetra a sua vagina com o cabo da escova. Ela fica se masturbando por um tempo, enquanto a câmera de Tamakichi captura tudo dando close entre as pernas dela. A cena é explícita, mas, nem tanto devido um borrão que nos impede de ver com clareza as parte íntimas da atriz (isso é bastante comum em alguns filmes Japoneses com nudez, sexo explícito ou até mesmo em quadrinhos Hentai).


A masturbação dura algum tempo, fazendo com que o espectador fique um pouco ansioso pelo o que pode acontecer. Logo, uma grande quantidade de sangue sai de sua vagina, mas, aparentemente isso não lhe causa nenhuma dor física. O mais impressionante vem em seguida, quando ela coloca a sua mão suja com sangue vaginal dentro da boca e fica mastigando o dedo até conseguir quebra-lo ao meio. O diretor Tamakichi Anaru faz o bom uso de sua câmera para filmar cada detalhe, desde o início Voyeur até o trágico final onde ela comete suicídio com um pedaço de pano enrolado no pescoço. Se você acha que isso foi perturbador, espere só para ver o final...


A segunda parte do filme, é uma mistura de surrealismo com cenas grotesca de auto-mutilação, onde o espectador viaja para dentro do subconsciente da personagem. O cenário é pobre sem nenhum detalhe aparente, pois o que estar em foco aqui é o alter ego da garota suicida (interpretado pela mesma atriz). Ela faz uso de um garfo para perfurar a sua cocha, corta o pulso e na sequência, abre a própria barriga e puxa seus intestinos para fora. Quando as tripas e todo o resto são expostos, a jovem pega seus intestinos e os come, como uma morta-viva devorando as entranhas de sua vítima. Devido o fato de ser uma alucinação surrealista, ela não sente nenhuma dor, muito pelo contrário, ela continua viva mesmo devorando a si própria. O filme termina retornando para a realidade, onde a mulher está morta por enforcamento dentro da banheira. Morta? Talvez não...


Women’s Flesh: My Red Guts, em resumo, é um filme de terror voltado para os apreciadores do lado mais obscuro do cinema. Os efeitos especiais ficaram devendo um pouco em relação aos outros filmes do diretor, mas, como sempre Tamakichi Anaru conseguiu me surpreender com suas bizarrices imprevisíveis. A trilha sonora da segunda parte do filme, consiste em uns barulhos eletrônicos horríveis e repetitivos, como um Remix de uma torneira pingando ao som de um videogame 8 Bits defeituoso. A forma como ele foi filmado também é meio estranho, tem horas que a cor do filme se torna amarelada, depois azul e algumas vezes a qualidade da imagem cai terrivelmente, deixando o filme um pouco parecido com o clássico August Underground. Para aqueles que curtem filmes bizarros, Tamakichi Anal é uma ótima opção, mas, fique ciente que o trabalho deste diretor não é para ser visto por qualquer plateia.

Suicide Dolls (1999)

a.k.a Satsu Satsu (ayame) 

"Suicide Dolls" é o terceiro filme do diretor Tamakichi Anaru lançado em 1999. Este insano diretor japonês, é o responsável pelo clássico Snuff Movie Niku Daruma (também conhecido como Tumbling Doll of Flesh), produzido pela PSYCHO. Seu primeiro grande filme foi lançado em 1998, Niku Daruma narra a história de uma equipe de filmagem que está produzindo um filme pornô caseiro. Quando a atriz decide abandonar o trabalho pela metade (devido os abusos que ela estava sendo submetida), o diretor captura ela e a converte em uma verdadeira "Boneca de Carne". Tamakichi Anaru possui um tipo bizarro de fetiche, onde mulheres são mortas de maneira grotesca em seus filmes, geralmente cometendo suicídios com auto-mutilação. 

A minha opinião sobre o filme "Suicide Dolls" é um pouco dividida, por isso eu resolvi dar uma nota individual para cada segmento, de 0 a 5 pontos. a resenha abaixo contém alguns SPOILERS...


O Filme abre com o primeiro seguimento chamado "Tenchuu", onde uma mulher está esperando por alguém em uma sala cheia de caixas. ela examina um pouco os objetivo existentes em algumas delas, fica um tempo deitada no chão, faz consumo de drogas no local e por diversas vezes conversa pelo telefone... tudo isso para matar o tédio, pois a pessoa em questão ainda não chegou. a mulher começa a se sentir muito solitária e até mesmo um pouco paranóica. Entre ataques de ansiedade, ela encontra um revólver e balas no armário. As horas se passam e a mulher continua ali sozinha esperando. Em um ato de loucura, ela decide pegar o revólver e se distrair um pouco brincando de "Roleta-Russa", mas, ela não quer viver a adrenalina de escapar com vida de acordo com a sua sorte, pois ela aperta o gatilho várias vezes até o revólver disparar uma bala. Um tiro é dado contra a sua cabeça e logo após a sua morte, alguém bate na porta. 3/5


"Sabaki" é a segunda parte do filme, onde um homem e uma mulher estão sentados na mesa da cozinha conversando. Ele entrega alguns papéis para que ela possa ler, causando assim uma reação de tristeza e desespero nela. Eu não sei exatamente qual o conteúdo de todos esses papéis, a minha melhor teoria é que se trata de um pedido de divórcio, mas... eu não tenho certeza disso. O homem vai embora e a mulher fica bem mais angustiada, sozinha. A sensação de solidão faz a japonesa enlouquecer cada vez mais. Ela fica brincando com o interruptor da cozinha; acendendo e apagando a luz. Em outro momento, corre para vomitar no banheiro, já em outro a mulher se deita no chão e fica arranhando o rodapé da parede como uma verdadeira louca. Após terminar de fazer essa série de rituais estranhos, o filme mostra ela chegando na cozinha com algum tipo de corda branca na mão, pega uma das cadeiras da mesa e segue calmamente para um corredor fora de nossa vista. Como a câmera estar fixada em algum ponto da cozinha, não é possível ver o que acontece. mas, após um tempo, o espectador ver o filme através de uma segunda câmera que estar no corredor, revelando então a mulher cometendo suicídio por enforcamento. 2/5


"Kyôen" é o penúltimo seguimento e de longe o mais perturbador. uma equipe de filmagem está preparando uma sala para a realização de um sádico ritual, onde uma mulher pretende cometer suicídio diante das câmeras por vontade própria. muito animada e fumando um cigarro, ela conversa com alguém da equipe de filmagem, enquanto o restante da produção monta todo o cenário. uma lona azul é colocada sobre o chão e algumas outras coisas para a realização do harakiri. Depois de prestar o seu depoimento (com um cara chato que só sabe falar "Hm" a todo momento), é dado início o ritual. Ela abre o seu manto para expor o seu estômago nu, pega uma faca e tentar perfurar a própria barriga, mas não consegue na primeira tentativa. Um membro da equipe de filmagem enfaixada a mão dela que estar com a faca em punho, para garantir que desta vez o suicídio ocorra com sucesso. A mulher consegue enfiar a faca dentro de seu estômago, depois faz um corte de ponta a ponta para abrir a sua barriga. Eu pensava que Tamakichi Anaru não ia conseguir me surpreender muito neste filme igual como fez em Niku Daruma ou em Women's Flesh, mas, eu estava enganado... a cena é tão realista de um jeito que doeu até em min! Ela coloca a mão dentro do corte e puxa um pouco seus intestinos para fora, enquanto a produção filmar tudo com profissionalismo. Quando se pensa que tudo chegou ao fim, a mulher retira o seu próprio globo ocular e exibe ele para a câmera com efeitos especiais a nível Guinea Pig: Flowers of Flesh and Blood. a cena é tão forte que um dos produtores corre para fora vomitar. 5/5


A última parte do filme é um curta-metragem, feito com animações de bonecas. Na trama, duas bonecas se conhecem e instantaneamente viram amigas. as duas bonecas bebês tem uma voz bem engraçada, imagine "Alvin e os esquilos" com sotaque de ETs japoneses. elas ficam brincando juntas ao som de uma música eletrônica bem perturbadora que faz um contraste sinitro com a fotografia do curta. três outras bonecas (multicoloridas e nada amigáveis) surgem em cena para acabar com a diversão das duas. eu poderia dizer o que obviamente acontece em seguida, mas, eu sugiro que você mesmo veja com seus próprios olhos, pois eu garanto que vai ser difícil assistir isso somente uma vez. 4/5


O filme não tem legendas, sendo assim, eu tive que fazer somente a leitura das imagens para tentar compreender o que estar acontecendo em cena. os dois primeiros segmentos foram filmados com algum tipo de câmera escondida (como um verdadeiro found footage). isso é muito bom, pois torna o filme mais autêntico e realista. a morte da terceira "Suicide Dolls" é o climax de todo o filme, quase um Snuff verdadeiro, tão perturbador de tal forma que mais tarde, o diretor teve que lançar o Making Of de 'Satsu Satsu (ayame) para provar que a atriz Shino Setsuna não foi morta de verdade. Devido o filme não ter sido dublado, naturalmente devo ter confudido uma ou duas coisas que se passa ao longo de cada seguimento, mas, a realidade é essa... você dificilmente vai encontrar um filme perturbador de peso sendo lançado em território Nacional. 

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Breaking her Will (2009)


O Filme é sobre um sádico homem que sequestra uma bela mulher para satisfazer-lo sexualmente, em jogos cheios de sadismo, humilhação, BDSM (sadomasoquismo), tortura física e psicológica.

Este é o mais perturbador filme do filmmaker Bill Zebub, um diretor de filmes Underground responsável pela criação de inúmeros filmes sexplotation de baixo orçamento. seus filmes são famosos pela exploração do corpo feminino, onde as atrizes atuam na maioria das vezes nua ou com roupas íntimas bem sensuais (algo bem comun nesse subgênero do exploitation, mas Bill Zebub consegue fazer isso com perfeição e muito erotismo). uma outra característica que define a sua obra, é o tema religioso que é tratado com muita blasfêmia, onde por muitas vezes o nome de Jesus esta estampado nos título que compõe a filmografia do diretor. eu tive a oportunidade de assistir alguns dos melhores B-movie do insano Bill Zebub, entre eles, Breaking her Will é um título indispensável para aqueles que amam/odeiam ver uma mulher sofrendo abuso sexual nas mãos de um psicopata sem coração. a resenha abaixo, contém alguns possíveis SPOILERs.


O Filme começa com uma bela mulher (Kathy Rice) pedindo carona, naturalmente ela aceitaria entrar no carro de qualquer um, desde que o motorista não seja um assassino ou um estuprador, é claro. mas, acontece que esse tipo de pessoa não carrega uma mensagem tatuada na testa escrito "Eu sou um psicopata". então, a desventurada mulher aceita a carona de um homem cuja aparência é de um gordo viciado em cerveja e futebol. o homem de aspecto gentil dirige o carro levando consigo a mulher. a viagem dura pouco tempo, tempo suficiente para levar o veículo até uma rota estranha livre de qualquer testemunha. a mulher se assusta um pouco devido a parada súbita não programada, o motorista sai do carro e vai até o porta-malas pegar um punhal, assim ele aborda a sua vítima e a leva até o seu esconderijo.

A residência do sequestrador é uma casa simples como qualquer outro lar americano, mas, grande parte do filme acontece dentro de um porão. a mulher se encontra deitada no chão, com uma possível mascarado de BDSM no rosto (que impede que ela fale ou veja qualquer coisa), algemas no pulso e um voyeur louco feliz como um retardado devido o sucesso de sua operação. por alguns segundos o espectador ver somente uma tela preta e sons de passos, ruídos estranhos e a vítima tentando falar com uma mordaça em sua boca. ficamos na visão em primeira pessoa dela por um tempo para sentir um pouquinho na pele o sofrimento da vítima, até que o foco do filme retorna para a câmera padrão revelando o estado da mulher cativa.


O homem (Jackie Stevens) acariciar o corpo dela com um punhal, logo fica dando algumas marteladas para atormentar a sua presa. ele faz algumas ameaças a ela e a coloca sobre algum tipo de plataforma em formato de cruz que ele mesmo desenvolveu. a partir daqui, o sofrimento dela só aumenta. ele corta a roupa de sua escrava sexual com um punhal, em seguida senta no tronco dela e faz de conta que está dirigindo um carro em alta velocidade (ele até interpreta uma batida, se jogando com violência para o lado). diversos métodos de tortura são usado pelo sequestrador, que incluem "beliscões" de alicate, furadas com uma agulha de costura e até mesmo uma garrafa que tem o gargalho lubrificado e introduzido dentro da vagina da escrava (a cena não é explícita, mas é desconfortante da mesma forma). existem também outras cenas bem marcantes e perturbadoras em Breaking her Will, mas deixarei que você mesmo descubra isso caso resolva se aventura neste filme.

A vítima passa vários dias sendo submissa nas mãos sádica de seu sequestrar, ele registra em seu diário todo o processo de evolução da mulher que, cada dia mais esta cedendo aos seus caprichos. sexo oral e comer como uma cachorrinha se torna rotina na vida dela. ele exige ser reconhecido como um Deus na vida dela, que ande sem roupas na sua presença e que só fale quando tiver permissão. existe uma cena bem forte e machista que eu não poderia deixar passar despercebido; o "mestre" está assistindo televisão e tomando cerveja em sua poltrona, enquanto a escrava se serve como mesa de centro para apoiar os pés dele. a mulher passa a servir todas as ordem de seu mestre, dorme na mesma cama que ele e caminha livremente pela casa. muitas foram as chances que ela teve para escapar ou de pegar alguma faca disponível na cozinha, ele de fato conseguiu alcançar o seu objetivo: quebrar a vontade dela de fugir.


É fácil julgar e dizer que a vítima é burra por não escapar, mas a verdade é que ela esta sofrendo uma Síndrome de Estocolmo, que é quando a vítima se apaixona pelo violador/Raptor (como também acontece em poughkeepsie tapes ou com a Amanda Young de "Jogos Mortais"). existe casos de pessoas que, após conquistarem a liberdade, se sentiram infelizes e sem vontade de viver longe do seu estuprador. Breaking her Will apesar de ser um filme fictício, retrata muito bem uma realidade que acontece com varias mulheres, que de alguma forma sofrem abusos sexuais ou vivem em prisão domiciliar (cacere de privado) nas mãos do seu companheiro ou de algum maníaco sexual.

Embora a temática do filme seja voltada ao erotismo, Breaking her Will não é um filme pornográfico. para ser sincero, as cenas de sexo é o único ponto negativo que eu consegui encontrar, acho que poderia ter ficado melhor caso fosse pelo menos um pouco mais explicito. ambos atores interpretaram muito bem suas personagens, Kathy Rice sabe atuar naturalmente mesmo estando pelada o tempo inteiro em cena, enquanto que Jackie Stevens consegue de fato agir como um verdadeiro psicopata. uma coisa que é mostrada com muita frequência no filme, são os momentos de lazer do sequestrador. ele tem um Hobby bem estranho, que consiste em ver fotos eróticas de mulheres posando nua em crucifixo através do site crucified-women.com (eu achava que esse site de fetiche era fictício, mas ele existe de fato).


O diretor Bill Zebub faz uma breve aparição neste filme, em uma cena em que protagonista esta caminhando sozinha "livremente" por uma trilha na floresta. ela se negava a conversar muito com ele e tão pouco decide pedir ajuda, muito pelo contrário, ela sai da presença dele e retorna para a sua "casa" onde o seu dominador está esperando. isso é muito triste. a música ambiente do filme foi criada por Coph Nia e Sophia, ambos artistas são da Cold Meat Industries, já a trilha sonora metal é um arranjo especial da banda Communic do Álbum Conspiracy in mind.

Breaking her Will é mais um daqueles filmes que não possuem legendas, mas, embora os diálogos sejam muitos, é possível acompanhar o enredo, principalmente se você tiver um bom domínio no inglês. confesso que eu não consegui consumir 100% da história, mas deu para entender todos os acontecimentos, desde o princípio até o final trágico (eu não vou revelar como o filme termina, mas, existe uma pequena chance de você ficar comovido com a angústia do sequestrador). por fim, eu posso admitir que eu realmente adorei este filme, mas não é recomendado para pessoas sensíveis. Ah, eu já ia me esquecendo... nunca aceitem caronas de estranhos, esse é um conselho de amigo. 

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Terrifier (2011)


Terrifier é o segundo curta-metragem dirigido pelo filmmaker Damien Leone, mais conhecido por produzir o filme All Hallows' Eve lançado em 2013. o curta é estrelado por Mike Giannelli interpretando o sádico Art the Clow, um serial killer fantasiado de palhaço que atacar as suas vítimas sempre na noite de Halloween. com bons efeitos especiais e violência gráfica, Terrifier é muito popular entre os fãs de cinema underground devido o seu final fantástico e perturbador.

Eu estava pensando em criar uma resenha detalhada para este título, mas decidi não fazê-lo. acontece que quando um filme tem um final muito surpreendente, geralmente eu costumo tomar muito cuidado para não estragar a experiência individual de cada um na hora de assisti-lo. nem todo mundo curte spoiler. imagine que você esta vendo um filme de romance bem envolvente, dai o seu melhor amigo lhe conta que todo mundo vai morrer no final. sabendo disso, a sua reação com o desfecho final da película não será de muita surpresa, já que desde o princípio se sabia como tudo ia acabar.


Em Terrifier tudo estar perfeito, se antes Damien nos divertia com o seu curta " The 9th Circle", aqui ele nos presenteia e muito com tudo aquilo que ele aprendeu em sua primeira experiência como diretor. o figurino de Art The Clow sofreu uma evolução considerável com relação ao curta anterior, aqui a sua fantasia está mais bem trabalhada e muito mais assustadora. a história segue o mesmo padrão clichê de muitos filmes de terror, onde um assassino persegue a sua vítima e só desiste quando um dos dois morrem. os efeitos especiais (Special FX) de Terrifier são ótimos, bons o suficiente até mesmo para agradar uma platéia mais exigente. o final com toda certeza é o ponto forte deste filme, tão surpreendente de tal forma que você vai amar Art the Clow ou vai odia-lo.


É interesse ver como o diretor consegue surpreender em tão pouco tempo (a duração do curta é menos de 20 minutos). muitas vezes, nos deparamos com produções ruins que giram em torno de 90 minutos, cheio de diálogos desnecessários e um final desprezível que nos fazem pensar "Que porra foi essa?". eu poderia citar inúmeros filmes ruins que são uma total perca de tempo, mas acho que Sx_tape já é um bom exemplo disso. se você está à procura de um curta-metragem que realmente vale a pena, Terrifier é o filme certo para você, não só ele mas todos os outros filmes de Damien Leone (menos o "Frankenstein a múmia"). você pode assisti-lo gratuitamente através de algum site de videos, como Vimeo ou Youtube. 

Nekro (1998)


Sinopse : O conto brutal de um necrófilo enlouquecido e sua presa patético. Nekro, o início de um ataque de terror, horror e pornografia.

Em dezembro de 2015, eu estava à toa na internet procurando algum filmes de terror interessante para baixar. Depois de visitar alguns de meus sites favoritos, eu me deparei com um curta-metragem independente chamado NEKRO, produzido pela in Hell Productions (que até aquele momento eu não conhecia essa produtora underground). é com muito orgulho que eu lhes digo que o download não foi "à toa", Nekro é um violento e sádico filme com uma cena de necrofilia bastante realista.  

Nekro é o mais aclamado curta-metragem produzido pela in Hell Productions, criado em 1998 pelos diretores Vince Roth e Mick Nards.


 Na trama, Mick interpreta um psicopata obcecado por necrofilia. ele sequestra uma mulher e a leva até o seu esconderijo,  coloca ela em uma sala coberta com sacos plásticos (para não deixar evidências que um crime foi cometido) e a mata com inúmeras facadas. o nosso serial killer não é como aquele médico necrófilo no curta espanhol Aftermath, ele gosta de carne fresca!  depois de assassinar a sua vítima,  o homem estupra ela em uma cena de sexo tão realista que ficamos na dúvida se a "pornografia" é real ou não. o curta é encerrado com um final imprevisível de qualidade duvidosa.

A trilha sonora de NEKRO faz jus a cena snuff seguida por necrofilia. Nekro não contém nenhum diálogo entre o assassino e a sua vítima, mas o espectador ouvi as vozes em segundo plano que são ouvidas pelo maníaco. a primeira é a voz do assassino, uma voz tão infernal quanto a de um homem com possessão demoníaca. a segunda voz é a da vítima que ganha maior destaque depois que ela morre, o assassino fica "ouvindo" a mulher gemendo de prazer durante o ato de necrofilia... claro que essa voz é coisa da mente doentia do assassino, o espectador apenas ouvi ela em primeira pessoa para se entender um pouco sobre o que se passa na cabeça de um necrófilo como este.


Em 2014, a distribuidora Massacre Video anunciou o relançamento de todos os filmes da in Hell Productions, incluindo o clássico "Nekro", "Don't Go in the Fucking Woods", "Six Pack that Bitch" e um outro que nunca havia sido antes liberado chamado "Helvete". o site inhell.tv (Website oficial da in Hell Productions) foi desativado, porém, os diretores Vince Roth e Mick Nards conseguiram deixar o seu legado na história do cinema underground.

sábado, 16 de janeiro de 2016

The 9th Circle (2008)


Recentemente, eu me deparei com um filme de terror chamado "Frankenstein vs A Múmia", um título bastante chamativo não só para os fãs do gênero mas também para qualquer outro cinéfilo curioso. para a minha surpresa, o longa é dirigido por nada mais nada menos que Damien Leone, responsável pelo filme All Hallows' Eve lançado em 2013 e o extremo curta-metragem Terrifier.  eu gostaria muito de poder dizer que este filme é bom, mas essa seria uma grossa mentira. eu gosto muito de Freddy vs Jason, mas odeio Frankenstein vs. The Mummy. assistir esse filme inútil me fez lembrar que eu precisava falar sobre os filmes de Damien aqui no Filmes Perturbadores. sendo assim, vamos começar pelo primeiro trabalho de Damien chamado The 9th Circle, um curta de terror que é uma adaptação grotesca de Dante's inferno.

"The 9th Circle" começa na estação Realmsville em uma noite de Halloween, onde uma mulher está lendo um livro (a câmera faz questão de introduzir a cena inicial mostrando o relógio de parede, são quase 4 horas e o lugar se encontra praticamente deserto). duas outras pessoas surgem na estação para desejar feliz Halloween para a protagonista, mas logo saem deixando ela completamente sozinha. um corte de cena acontece, a mulher está no banheiro lavando as mãos. Após ela sair do banheiro, a mulher se depara com um homem fantasiado de palhaço olhando fixamente para ela, seu nome é "Art" the Clow. 

Mesmo se sentindo um pouco incomodada com o estranho sujeito,  a mulher prosseguir com a sua leitura tentando ignorar a existência dele, mas o palhaço faz uso de uma buzina irritante para chamar a atenção dela. Ela pedi para ele parar com o barulho e ele fica "espantado" com a atitude dela (eu adoro a reação dele nesta cena). o mistério palhaço decide então se sentar bem próximo da moça, assim ele entrega uma flor como "pedido de desculpas",  mas quando ela educadamente aceita o presente, a mulher se assusta com um inseto que está saindo de dentro da flor. "Art" the Clow rir triunfante como um garoto travesso, ela tenta fugir da presença dele, mas Art é mais rápido e agarrar a sua mão encarando sua vítima com um olhar infernal. com o uso de uma seringa,  ele aplica algum tipo de sonífero no pulso dela para fazê-la dormir... é agora que a noite de Halloween vai começar !

A nossa protagonista despertar acorrentada em algum tipo de corredor escuro (provavelmente ela não está em Realmsville Station ou muito menos em casa). enquanto a mulher tentar romper a corrente, ela é surpreendida e atacada por um homem desfigurado cuja carne está apodrecendo/derretendo. a criatura tenta matar ela com uma faca de açougueiro, mas acaba acertando a corrente fazendo com que ela escape. a garota corre desesperada e encontra um homem, ela tenta pedir ajuda mas o rosto do sujeito se converte em uma face de caveira. de alguma forma , ela é capturada por ele e é levada para um obscuro lugar onde um grupo de assassinos estão realizando uma seita satânica para o Halloween. 

A mulher (a nossa protagonista não tem o seu nome revelado) acordar com as mãos e os pés amarrados, ela está cercada por seres bizarros como: uma bruxa, um homem pássaro, um "homem sem face" e um outro de sorriso diabólico. dois dos membros da seita estão sacrificando uma mulher grávida, o homem de sorriso macabro faz uma "cesariana" nela para logo em seguida assassinar o seu bebê (essa é a única cena violenta do curta). o sangue extraído do recém-nascido é colocado em um cálice e é entregue para o líder da seita : O diabo (?). o filme termina com o final em aberto, mostrando somente um rápido flashback de todos os acontecimentos em frações de segundos, sem revelar o que aconteceu com a vítima de Art the Clow (embora esteja mais que óbvio que ela tenha morrido). 


Esse é o primeiro filme de Damien Leone (embora que seja um curta-metragem) onde somos apresentado pela primeira vez a um dos mais extremos palhaços assassinos de todos os tempo. Em 9th Circle, Art the Clow é apenas um mensageiro da morte, o responsável pela captura de suas vítimas no dia das bruxas, Damien não tinha nenhuma ambição em transforma-lo em um ícone do horror. os efeitos especiais foram desenvolvidos pelo próprio diretor usando pouquíssimo recurso, mas mesmo sendo uma produção de baixo orçamento o filme consegue manter a a nossa atenção do princípio ao fim. eu particularmente adoro esse curta, na minha opinião ele é bem melhor que o decepcionante "Frankenstein vs. The Mummy" (tão ruim que nem parece ser dirigido por Damien). Em 2011, foi lançado o segundo filme de Damien Leone chamado Terrifier, onde Art the Clow retorna com tudo para mostrar o que sabe fazer de melhor. 

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Black Mass of the Nazi Sex Wizard (Vomit Gore 4) - 2015


Para quem gosta de filmes Perturbadores assim como eu,  com certeza já deve conhecer  o diretor Lúcifer Valentine e a sua trilogia chamada Vomit Gore. seus filmes são famosos devido as cenas de extrema violência, gore, satanismo e garotas vomitando de verdade em cena (dai vem o nome desta trilogia). sinceramente o trabalho de LV é para poucos, é preciso ter estômago forte para aguentar tudo aquilo que o mestre da Kingdom of Hell productions tem para nos oferecer. 

Vomit Gore 4 começa com a atriz Sister S dando um pequeno depoimento para o espectador. ela nos conta que é uma artista de performance especializada em modificação do corpo (scarification) e tatuagens caseiras, depois nos fala um pouco sobre a sua amizade com o diretor Lúcifer Valentine e que foi contratada para estrelar o seu novo filme. Depois de se apresentar ao espectador, ela faz uma advertência sobre o filme que você esta prestes a assistir, revelando tudo de ruim que ele contém e que se você não suporta ver tudo isso em cena (mesmo que seja só ficção) Não assista esse filme ! 

O filme abre com uma das atrizes fazendo um corte de lâmina/Gilete em sua perna. a câmera captura todo o momento em que a gota de sangue gerada pelo corte está escorrendo,  logo esse sangue é usado para escrever o título do filme dentro de uma banheira vazia. Não demora muito e logo somos "presenteados" com a primeira cena de vômitos. caso você curta Emetophilia (fetiche com vômitos), você está assistindo o filme certo, caso contrário essa e as demais cenas podem lhe ofender com facilidade.


Assim como acontece em todos os outros títulos anteriores,  Vomit Gore 4 também mostra várias cenas bizarras todas ao mesmo tempo. enquanto estamos assistindo a um homem (Hank Skinny) esmagando o crânio de uma mulher dentro de uma banheira, assistimos também duas garotas vomitando (ao lado de uma bandeira Nazista), algumas filmagens amadora de "Miss América" e até mesmo um homem mascarado com uniforme de nazista praticando um pouco de BDSM com a estrela deste filme (o curioso é que as aparições dele só duram um segundo, seria ele o diretor Lúcifer Valentine?). uma coisa curiosa sobre este filme, é que ele está recheado com cenas de desenhos animados, alguns deles sobre o Natal... bem... isso é meio estranho. a presença deste cartoons no filme, talvez se deve pelo fato do enredo acontecer em uma noite de Natal de 1996, onde a protagonista fala para o espectador "Bem-vindos ao último dia da minha vida".

Ameara Lavey não esta presente nesta sequência, mas o veterano Hank Skinny (que esteve presente desde o primeiro filme) está de volta. eu gostei deste filme, mas ao mesmo tempo fiquei um pouco decepcionado em alguns momento. Slaugthered Vomit Dolls é o pioneiro do inovador gênero "vomit gore" criado por Lúcifer Valentine, ReGOREgitated Sacrifice é bastante perturbador e supera e muito o título anterior, Slow Torture Puke Chamber é o meu favorito mas... Vomit Gore 4 é quase um retrocesso, os dois últimos títulos anteriores ficaram melhores. 


Black Mass of the Nazi Sex Wizard assim como os outros filmes da trilogia Vomit Gore segue um enredo não linear,  eu tive a oportunidade de assisti-lo com legendas em inglês,  porém, elas foram inúteis para se entender a "história". o que acontece é que todos os filmes da coleção Vomit Gore, não passam de uma mistura de Snuff Movie com Emetophilia, acompanhados de uma trilha sonora perturbadora. Você fica em estado de êxtase, chocado, impressionado com os efeitos especiais,  mas acaba se sentindo meio órfã perante um enredo que não existe. entre os filmes de Lúcifer Valentine, o único que contém uma história linear é o curta-metragem A Perfect Child of Satan. apesar disso, "Vomit Gore 4" e toda a trilogia são filmes fantásticos,  feitos não só para fetichista, mas também para os fãs de cinema extremo de verdade !

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Graphic Sexual Horror (2009)


Sinopse : Graphic Sexual Horror é um filme independente lançado em 2009, escrito e dirigido por Anna Lorentzon e Barbara Bell. o filme é um documentário sobre o insex, que foi um dos maiores site pornograficos BDSM da Internet. 

É praticamente impossível falar sobre este filme sem antes escrever sobre o grandioso Website que deu origem a tudo. grandioso no sentido de poder, não pelo fato dele ser "maravilhoso" ou algo do gênero. o insex.com foi criado em 1997 por Brent Scott, um ex-professor da Universidade Carnegie Mellon.  Brent Scott (mais conhecido como "PD") é um verdadeiro fetichista quando o assunto é a pratica de Bondage,  BDSM e todas as formas de submissão do sexo feminino ao extremo. o insex.com também era um líder inovador na exibição de "pornografia" ao vivo (antes mesmo da Internet banda larga) e nas prática de BDSM pela internet. 

Cerca de 35.000 membros pagavam por mês para terem acesso a todo o conteúdo do insex, eles podiam ver as imagens e vídeos das modelos sofrendo "abusos" nas mãos de PD e de toda a produção. para quem era membro pagante,  também era possível assistir em tempo real as performance das modelos em BDSM, onde os membros poderiam sugerir através de um bate-papo IRC (Internet Relay Chat) o que eles gostaria que fizessem com a submissa. é importante mencionar que tudo o que estamos vendo é real. as garotas sofrem todo o tipo de perversão sexual, elas são amarradas, submersas em tanques de água, jogo de agulhas, exame íntimo, asfixia erótica, humilhação, estimulação elétrica e diversas outras coisas bizarras. 


A maioria das modelos eram mulheres locais que responderam a um anúncio anônimo em um jornal, mas participar do insex não era tão simples assim. primeiro a modelo teria que participar de um "video test", muitas vezes elas não suportavam a experiência e desistiam logo no primeiro dia. as modelos contratadas normalmente não usavam nomes artísticos comuns, mas para elas foram dados números ("101", "912"), embora alguns modelos foram referidos por nomes incomuns verbais ("Spacegirl", "Az"). Os nomes numéricos foram geralmente baseado na data em que a modelo fez sua gravação do vídeo de primeiro teste, "101" sendo 1 de Outubro, "912", referindo a setembro de 12. 

Algumas mulheres afirmavam que não estavam interessados ​​em BDSM sexualmente, mas viu isso como um desafio físico e mental que lhes permitiu testar suas habilidades. entre as modelos mais populares que trabalhavam para o insex estão Sarah Jane Ceylon ("625"), Lorelei Lee ("Lorelei"), Adrianna Nicole ("Seven"), Liz Tyler ("Cowgirl"), Gina Rae Michaels ("1020") Sharon Engert ("1016"), Tyler Scot e Wenona.

Em agosto de 2005,  o FBI decide censurar o site devido o grau de obscenidade existente no insex. Todo o conteúdo do site (mais de 500 filmes) foi colocada à venda por US $ 4 milhões e teria sido comprado por uma quantia não revelada por uma empresa holandesa. alguns títulos insex estão disponíveis gratuitamente em diversos site pornográficos para exibição on-line em forma de vídeo. 


Este documentário não tem legendas. eu normalmente digo que isso não faz nenhuma falta, mas no caso de Graphic Sexual Horror faz uma falta e tanto! no documentário , somos apresentado ao fundador do site PD e a todos os envolvidos neste projeto. assistimos uma série de depoimentos das modelos enquanto são mostrado algumas cenas de filmes e performance on-line. durante todo o longa, é contado como surgiu o Website insex, o que influenciou PD, uma entrevista com o ferreiro KGB responsável pela construção dos instrumentos de tortura e muito mais. uma das cenas que mais me chamou a atenção,  foi uma parte em que uma das garotas está gritando de dor por causa de um molho de pimenta que foi colocado dentro de sua vagina (para você ver o quanto extremo era esse trabalho). uma coisa bastante curiosa sobre o insex, é que as modelos tinham que pedir permissão antes de terem um orgasmo durante uma cena. eu sinceramente não acho isso nada excitante,  mas para quem curte esse tipo de coisa Graphic Sexual Horror é uma obra prima sem igual.